Descubra os seus pontos fortes.

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Liderança Positiva

O conceito de Liderança Positiva deriva dos estudos da Psicologia Positiva, desenvolvidos por Martin Seligman e traduz-se em um novo modelo de implementar a liderança. Sendo assim, a liderança positiva visa criar ambientes onde se desenvolvem emoções positivas, encorajamento, colaboração mútua e foco nos pontos fortes em vez dos pontos fracos, impactando nas equipes e organizações, favorecendo o alcance dos objetivos.

Neste momento de grandes transformações onde líderes e organizações são obrigados a mudanças, novas competências e um novo modelo de liderança se fazem necessários. Para isso é fundamental que as pessoas estejam preparadas para enfrentar as mudanças no mercado de trabalho, desenvolvam flexibilidade, maior poder de adaptação, otimismo e resiliência, com capacidade de influenciar e mobilizar as pessoas, indo além do sucesso e alcançar a eficácia extraordinária e desempenho acima da média.

A liderança positiva é composta por um conjunto de práticas e estratégias que pode ajudar os líderes a fazer com que as equipes alcancem resultados e performances além do esperado, mostrando que para obter tais resultados os líderes precisam aprender a criar um ambiente positivo no trabalho, aproveitando os pontos fortes de cada um . Devem também aprender a elogiar e promover emoções positivas em vez de apenas criticar; além de fornecer feedbacks efetivos que levem a pessoa a refletir sobre suas ações e buscar a melhoria continuamente.

Enfim, a liderança positiva enfatiza o que valoriza o indivíduo e a organização, o que dá certo, o que cria um ambiente de trabalho agradável, com boas relações interpessoais e comportamentos adequados.

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Sobre Liderança

Kumar, um jovem de uma aldeia de Bengala oriental, foi aceito para receber treinamento no ashram de Sri Yukteswar. De inteligência notável, logo conquistou a afeição do mestre mas, por alguma razão insondável, conta Yogananda, Sri Yukteswar adotou a atitude de não criticar o novo residente, dando-lhe total liberdade para assumir seus deveres.

“Elevado à liderança, Kumar exerceu mesquinha tirania doméstica. Em silencioso motim, os outros discípulos continuaram a me procurar para aconselhamento diário. Esta situação persistiu durante três semanas; então, ouvi, por acaso, uma conversa entre o Mestre e Kumar.

– Mukunda (Yogananda) é impossível, dizia o jovem. O senhor me fez supervisor e, apesar disso, os outros se dirigem a ele e obedecem suas instruções.

– É por isso que designei Mukunda para a cozinha e você para a sala de recepção: para que compreendesse que um líder digno do nome tem o dever de servir, não de dominar. – O tom seco na voz de Sri Yukteswar era novo para Kumar. – Você quis a posição de Mukanda, mas não conseguiu mantê-la pelo mérito. Agora volte à sua ocupação anterior de ajudante de cozinheiro.”

Apesar do encantamento inicial exercido por Kumar sobre o mestre, o mesmo não acontecia para os condiscípulos. “Idiossincrasias pessoais, que até os mestres possuem, emprestam uma rica complexidade ao desenho da vida”, finaliza o Iogue.

Fonte:

YOGANANDA, Paramahansa. Autobiografia de um iogue. Self-Realzation Fellowship, 2009.

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Vítima ou Sobrevivente?

No livro O Último Trem de Hiroshima (Charles Pellegrino. Leya, 2010, 432pp) o autor relata entre outras a história da família Sasaki.

Masahiro Sasaki tinha 4 anos de idade quando estourou a primeira bomba em Hiroshima, sendo considerado um duplo sobrevivente, pois estava em Nagasaki quando, três dias depois, foi lançada a segunda bomba. Sua irmã Sadako tinha na época 2 anos; no entanto, aos 12 anos estava acometida de uma severa leucemia proveniente das radiações emitidas durante as explosões. No hospital, seu pai a convenceu a fazer origamis de Tsuru, pois, segundo a lenda ao fazer mil Tsurus a pessoa teria direito a fazer um pedido e ser atendida pelos deuses, mas Sadako morreu antes de completar os mil origamis, no dia 25 de outubro de 1955, e os seus amigos fizeram os restantes para que ela fosse enterrada com os mil pássaros de papel. Hoje, existe um monumento no Parque da Paz em Hiroshima erguida em homenagem a ela e a todas as crianças que morreram por causa das bombas.

50 anos depois das explosões, o irmão de Sadako, Masahiro foi convidado a ir aos Estados Unidos para proferir uma palestra contando a sua história. Ao ser apresentado como uma “vítima” das bombas, ele educadamente disse que não era uma vítima e sim um ‘sobrevivente” porque para ser uma “vítima” deveria haver algum culpado e o momento não era de procurar culpados mas sim de aprendermos com os erros e trabalharmos para que coisas desse tipo nunca mais aconteça. E termina dizendo: “Todo o sofrimento do passado não significa nada agora se não tirarmos lições a partir das quais possamos construir um mundo melhor para a criança de amanhã.” (p. 352).

E você? Quer ser uma Vítima das circunstâncias e passar o resto da vida se lastimando e procurando culpados pelos insucessos da vida ou escolhe ser um Sobrevivente e seguir em frente, olhando para o futuro?

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Quem é seu verdadeiro adversário?

p04Um dos maiores ícones da metodologia de Coaching, Timothy Gallwey, afirma em seu livro The Inner Game of Tennis (1974) que o tenista enfrenta dois adversários sendo um o adversário externo, que o atleta deve derrotar e que vai obrigá-lo a dar o melhor de si. O outro é o adversário interior; muito mais traiçoeiro e difícil de derrotar, pois possui armas poderosas para vencê-lo: dúvidas, distrações, conversas interiores, crenças que atrapalham o jogador, desviando a sua atenção e o desconcentrando. O seu adversário interior tem grande poder de controle e passa a dizer como você deve jogar, em vez de simplesmente deixar que jogue. Ou seja, o jogo interior se desenvolve na mente do jogador e o adversário é ele mesmo.

Assim como ocorre com o jogador, quantas vezes nos apanhamos em meio a pensamentos que em nada nos ajuda a seguir em frente e atingir nossos objetivos? Colocamos dúvidas sobre as nossas capacidades ou, em sentido contrário, nos achamos seres superiores e com toda a soberba e arrogância acabamos tropeçando em nossa própria ignorância. Convido você a refletir sobre as suas atitudes e pensamentos que podem estar a vencê-lo antes mesmo que o jogo comece.

Posteriormente, visto que a obra era revolucionária e tinha uma proposta totalmente nova, Gallwey publicou outros livros com uma abordagem semelhante para outras áreas como o The Inner Game of Golf (1981), The Inner Game of Music (1986) e The Inner Game of Work (2000). Todos publicações de sucesso.

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O que o Coaching pode fazer por você?

2014.08.06-Para-você-o-que-é-coaching-DecisãoO ritmo de vida moderno exige que nos adaptemos cada vez mais rápido às novas demandas, obrigando-nos a acelerar em velocidades muitas vezes além das que a natureza nos permite, ocasionando estresse, baixa autoestima, dúvidas e ansiedade. A competitividade no mercado de trabalho, a globalização e as novas exigências dos consumidores estabelecem que os profissionais estejam cada vez mais aptos a flexibilizar e realizar mudanças em prol não somente da sua empregabilidade, mas também do seu crescimento como pessoa e como profissional. Em contrapartida, esses tempos excitantes nos oferecem muitas possibilidades para explorar e favorece o nosso aprimoramento e nossas realizações, num processo de melhoria contínua, visto que o ser humano está em eterno processo de aperfeiçoamento.

Cada vez mais somos levados a enfrentar desafios, contudo, nem sempre estamos preparados ou motivados a encará-los e vencê-los, seja por comodidade por estarmos na zona de conforto, seja porque não estamos predispostos a mudar hábitos, comportamentos e rever crenças e valores para nos adaptarmos a essas mudanças, tomando decisões e assumindo responsabilidades, nos desenvolvendo e aprendendo, desde que haja disciplina e assumamos as rédeas da nossa vida e das nossas decisões.

Para aqueles que decidem dirigir a sua vida olhando para frente, para o futuro e estão atentos às oportunidades surgidas com as mudanças, o Coaching pode ser uma excelente oportunidade para desenvolver a consciência e a competência, trabalhando responsabilidade e comprometimento, gerando aprendizagem e expandindo possibilidades a partir da força e da união, da flexibilidade e da ação para conseguir as resultados mais rapidamente e de forma mais duradoura do que a pessoa conseguiria sozinha, sendo o Coaching um processo estimulador externo para despertar um potencial interno que às vezes a própria pessoa desconhece, ajudando-a a ir aonde ela quer chegar, sendo o coach o parceiro do cliente num processo co-criativo e estimulante para o pensamento que inspira o cliente a maximizar o seu potencial pessoal e profissional. O Coaching pode ajudar o profissional a desempenhar uma nova tarefa, se preparar para um novo desafio profissional, melhorar o seu desempenho no trabalho, nos relacionamentos interpessoais, a desenvolver uma nova habilidade ou reforçar as existentes.

O coach tem no processo grande responsabilidade, pois ele é o condutor e deve oferecer suporte e segurança ao coachee, direcionar sua atenção e fazer perguntas pertinentes e poderosas que o levem à reflexão e a mudanças de paradigmas; não aconselhando, mas sim perguntando, estimulando e apoiando, levando em consideração que todo erro deve gerar aprendizado, onde o coachee monitora o seu próprio desenvolvimento.

Quer saber mais? Entre em contato e agende uma sessão inteiramente grátis e descubra o grande potencial que existe em você.

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Qual é a Crença que você tem sobre Valores?

Tenho acompanhado as discussões pré e pós eleições presidenciais e o que tem chamado a minha atenção são as ofensas de lado a lado.

Pessoas supostamente inteligentes e politizadas rotulando, ofendendo e dividindo o país em dois: o país do Aécio e o país da Dilma, o país dos burros e o dos esclarecidos etc. É claro que cada qual tem seus motivos para eleger esse ou aquele candidato, mas, e a tal Democracia de que tanto falam? Será que existe democracia apenas quando me satisfaz? Ou como disse Millor Fernandes, “Democracia é quando eu mando em você, ditadura e quando você manda em mim”?

Como coach, devo observar – e não me passou desapercebido nas redes sociais – alguns desses ataques vindos de pessoas com boa formação em Coaching, PNL e afins. Ora, qualquer cursinho básico nessas áreas ensina de imediato que devemos respeitas Crenças e Valores dos outros, independentemente de concordarmos ou não com eles. As crenças dão significado à nossa vida, ao que fazemos e norteiam as nossas ações porque são as nossas verdades individuais. Repare em muitos conflitos mundo afora. A maioria está relacionada ao desrespeito às crenças alheias, ao desejo de impor as suas próprias crenças como se fossem verdades absolutas. Um simples jogo de futebol acaba em tragédia e por quê?

Os Valores representam aquilo que é importante para nós e nos motiva, nos faz sair da cama todos os dias e agir dessa ou daquela forma porque acreditamos nos princípios que são balizados por eles. Assim como as Crenças, os Valores também devem ser respeitados. As pessoas têm, cada qual, a sua hierarquia de valores e querem que eles sejam respeitados, caso contrário, os conflitos aparecem e são difíceis de lidar até que esses valores voltem a ser verdadeiramente respeitados.

Acredito que as palavras René Descartes resumem bem o que acabei dizer: “A diversidade de nossas opiniões não provém do fato de uns serem mais racionais do que outros, mas somente do fato de conduzirmos nossos pensamentos por vias diversas e de não considerarmos as mesmas coisas”.

E aí? Quais são os valores das suas Crenças? Quais são as suas crenças sobre Valores?

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As quatro forças do vôo

quatro_forcas.jpg.pagespeed.ce.SgUidekJG9 Para que um avião se mantenha voando são necessárias, basicamente, quatro forças, que irão mantê-lo no ar: sustentação, arrasto, peso e tração.

A SUSTENTAÇÃO é um componente aerodinâmico, perpendicular à direção do deslocamento que tende a levar o avião para cima, se contapondo ao peso a aeronave.

A força de ARRASTO é ocasionada pelo atrito do ar e se opõe ao deslocamento, oferecendo resistência.

O PESO está relacionado à força da gravidade e, por se tratar de uma lei da física, não há como alterá-la.

A força de TRAÇÃO (ou PROPULSÃO) é produzida pelos motores e é a responsável por fazer o avião se deslocar para a frente.

Se tomarmos a situação acima como uma metáfora para a condição humana, veremos que as quatro forças do vôo também se aplicam às pessoas. Vejamos:

O que te sustenta? O faz você querer sair da zona de conforto e querer alçar voos cada vez mais altos? Pense nas pessoas que, mesmo que você não saiba, ajudam a sustentar as suas aspirações, mesmo nos momentos mais difíceis, quando o peso é grande e tenta forçar você para baixo.

Quanta resistência encontramos pela frente! Se não tivermos força suficiente para vencer as adversidades que fatalmente irão se apresentar não nos manteremos em equilíbrio. No entanto, as adversidades nos faz crescer, nos fortalece. Pense na seguinte situação: enquanto você desce uma escada alguém o empurra pelas costas. O que você imagina que pode acontecer? Agora, imagine que, enquanto você desce a mesma escada, alguém oferece resistência apoiando a mão em seu peito. É claro que você fará mais força para manter o equilíbrio e dessa forma descer a escada com segurança.

Nossas metas, nossos valores, nossa missão de vida é o que nos impulsiona e faz com que levantemos todos os dias. Quando não temos objetivos a vida se torna um vazio e o vôo não se sustenta, prevalecendo as forças contrárias de atrito e peso. Observe que quanto maior a velocidade de deslocamento, maior será a resistência oferecida pelo atrito, ou seja, quanto maior o seu sucesso, maiores serão as adversidades.

Então, podemos concluir que as quatro forças equilibradas são necessárias para que o nosso vôo pela vida seja tranquilo e proporcione bem estar e a realização dos nossos objetivos, com alguns ajustes frequentes e necessários para manter a vida em equilíbrio.

Apertem os cintos e boa viagem!

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Como diferenciar picaretas de coachs de verdade?

Como diferenciar um charlatão de um profissional sério capaz de oferecer um atendimento consistente e adequado? José Augusto Figueiredo, presidente da consultoria LHH/DBM, sugere algumas estratégias. Acompanhe aqui.

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